quinta-feira, 26 de março de 2020

*EXÚ SETE CATACUMBAS*

*EXÚ SETE CATACUMBAS*

Nasceu e foi criado dentro da religião judaica. Em 1242, na França, sua família, pai, mãe e irmãos mais velhos foram queimados em uma sinagoga junto com outras pessoas em uma fogueira acusados de heresia.Com 12 anos sabia ler, escrever e havia sido iniciado nos mistérios da Kabalah, mas isso não poderia ser descoberto. Foi forçado a estudar com os padres. Quando cresceu, fugiu, mas continuou a ser perseguido, assim como todo seu povo. Foi aí que começaram suas falhas.Estava tão cego de ódio que pra ser poderoso não dividia com ninguém, via muitos irmãos passando pelo mesmo que ele e nunca deu uma ajuda. 
Teve mais bens que os olhos poderiam ver, mas não se contentava. Queria sempre mais. Seu ódio o levou ao lado negro da magia. Até mesmo a Arte Sagrada era usada para benefício próprio. Por vezes sacrificava mulheres e crianças em nome do seu poder.Sugava as crianças até elas não resistirem mais.Tornava as mulheres suas escravas.
A conta veio. O inevitável aconteceu. Quando ele se deu por conta já não fazia mais parte do mundo dos vivos.Sua jornada foi árdua até descobrir como ter paz. Sofreu muito pelo que fez, e reconheceu que se estava lá era porque merecia e aí sim começou pagar pelos seus erros.

É um guardião cósmico, que aje na força emanada do Orixá Obaluayê.
O Exú 7 Catacumbas é uma espécie de policial que executa as ordens de todos os Orixás (espíritos e entidades de nível mais elevado) no plano mais denso. É um mensageiro que entra e sai das zonas umbralinas, sem temor, assumindo uma forma ameaçadora para fazer-se respeitar. 
É um Exú que sem a força dos Orixás não atuaria no mundo, pois são eles os operários incansáveis dessa entidade. Temido por não admitir a desobediência, ele aplica castigos a quem é também guardião. Ele faz na verdade cumprir a lei de causa e efeito (bateu levou). Assim que ele vai embora do terreiro, arrasta consigo tudo de ruim que houver (toda a energia negativa assim como espíritos inconvenientes).É um mago que atua protegendo e rondando os cemitérios para que haja paz e ordem entre os trabalhos, feitiços, rituais nos lugares "santos".
É um poderoso Exú da Umbanda, Kimbanda e Candomblé, conhecido no Catimbó como Mestre 7 Catacumbas.

CARACTERÍSTICAS
Comida: pipoca estourada no dendê, cebola cortada em rodelas,carré suíno, farofa amarela feita na pimenta entregue no alguidar de barro.
Bebidas: Conhaque de gengibre, cachaça.
Fumo: Charuto.
Velas: Brancas, ou pretas.
Guia: Branca e preta.

*EXÚ VELUDO*

*EXÚ VELUDO*

Suas divergentes são muitas. Este Exú vem das costas orientais da África, era swahili (negro arabizado).Homem alto, esguio, moreno, nobre, viveu no século XVI e vivia entre a 
realeza onde era exímio negociador.Como era chegado a bebida e ao carteado, apaixonou-se por uma mulher casada, após o carteado encontrava-se com ela as escondidas.Foram pegos e a assassinados, pelo marido traído. Foi muito rico, vestia-se sempre com muito luxo e elegância, homem de finos tratos e com bom gosto, tinha bom trato ao falar, com sua voz firme e aveludada. Usava um turbante na cabeça, e lindos tecidos de veludo trazidos de oriente, que lhe valeram o apelido na Quimbanda de "veludo", dado a sua forma luxuosa de se vestir no estilo muçulmano e seu tom suave nas conversas.Muitos que viram seu tipo de apresentação através da mediunidade, o confundiram com um cigano e o associaram com os mesmos. Isto não significa que não trabalhe com os ciganos, ao contrário, tem inclusive uma passagem ou caminho que se apresenta como um. Tem muitos conhecimentos na feitiçaria. É mais requisitado na abertura de caminhos para limpar trabalhos negativos realizados no cemitério.Todo médium que trabalha com Exu Veludo traz o Exu da Meia Noite e Exu dos Rios, e vice e versa. São muito parecidos, mas não os mesmo.
É assistente imediato do Exu Rei das 7 Encruzilhadas. Pertence a linha negativa de Ogum,sendo serventia do Ogum Rompe Mato portanto, tem ligação de trabalho com tudo que envolva a água. Tanto que seu ponto de força é no lado direito da margem do rio em relação ao pôr do sol.
Um outro detalhe observado é que gostam de fazer os seus médiuns trabalharem descalços e, quando Exus Veludos caminham, dão a impressão de que estão amassando e/ou pisando sobre areia.
Sua forma astral é na forma de um cavalheiro ricamente vestido, aparecendo entretanto como característica dissonante de sua personalidade.

Caminhos>

Exu Veludo da Meia Noite
Exu Veludo Cigano
Exu Veludo 7 Encruzilhadas
Exu Veludo Menino (Veludinho)
Exu Veludo dos 7 Cruzeiros
Exu Veludo das Almas
Exu Veludo dos Infernos
Exu Veludo da Calunga
Exu Veludo da Praia
Exu Veludo do Oriente
Exu Veludo Sigatana
Exu Veludo do Lixo

Características>

Bebida:Marafo, Whisky, Vodca, bebidas finas e fortes.
Fuma: Charutos de boa qualidade.
Lugar:Encruzilhadas abertas, Água Doce ou Salgada (sempre ao lado direito ao pôr do sol)..
Velas:Pretas, vermelhas e pretas.
Guia: Vermelha e preta.
Amuletos: Capa vermelha e preta, alguidar, agulhas, tecidos pretos, pemba, pinhão roxo, objetos de prata em geral.

*EXÚ LÚCIFER*

*EXÚ LÚCIFER*

LÚCIFER ASSIM ERA CHAMADO POR MARABÔ, LOGO NO INÍCIO DE SUAS VIDAS.ERAM GRANDES AMIGOS,IRMÃOS ,PARTICIPARAM DA GRANDE MUDANÇA NO PLANETA TERRA , QUANDO TODOS OS ORIXÁS E FORÇAS DA NATUREZA , AINDA PARTICIPAVAM PESSOALMENTE DA VIDA NA TERRA. LÚCIFER ERA UM DOS GRANDES MAGOS DE OUTRA ERA , TENDO PODERES SOBRE OS VENTOS E TEMPESTADES , ASSIM COMO SEU IRMÃO MARABÔ, TAMBÉM MAGO COM GRANDES PODERES , COM ESPECIAL ATENÇÃO NOS CÍRCULOS ENERGÉTICOS DAS MATAS. APÓS UM CATACLISMA QUE OCORREU SEM UMA DATA DEFINIDA , MUITO ANTES DE O HOMEM SER O QUE É, UM ANJO VEIO DO CÉU (ANJO GABRIEL) O QUAL VEIO EM SUA FORMA HUMANA AVISAR AS MAGOS QUE O MUNDO MUDARIA E NÃO SERIA MAIS O MESMO. APÓS DIAS E MAIS DIAS EM CIMA DE UM MORRO , O MUNDO TER SE TRANSFORMADO PARA O QUE CONHECEMOS HOJE, OS 2 AMIGOS VAGARAM PELA TERRA PARA AJUDAR AQUELES QUE SOBRARAM NA TERRA . APÓS VÁRIOS ANOS EM QUE SUAS VIDAS FORAM TRANSFORMADAS , EXÚ LÚCIFER COM TODO SEU PODER MEDIÚNICO , E DOM DE TRANSMUTAR AS ENERGIAS DA NATUREZA, VOLTOU-SE PARA O LADO DAS TREVAS, USANDO SUAS FORÇAS PARA TENTAR DOMINAR O MUNDO , E DOMINANDO OS SERES INFERIORES , FORMOU SEU EXERCITO DAS TREVAS, E EM UM DE SEUS EMBATES, MATOU MARABÔ QUE TINHA TENTADO MATAR-LO POR VINGANÇA. DEPOIS DE MUITOS ANOS NO LADO DAS TREVAS , LÚCIFER DESENCARNOU , E POR PIEDADE DIVINA OU DESTINO, ESCOLHA O QUE MELHOR ACHAR , LÚCIFER PEDIU PERDÃO PARA MARABÔ POR TER MATADO SUA FAMÍLIA, (ESPOSA E FILHA QUE TANTO AMAVA) , E O MESMO MARABÔ, QUE VENDO A QUEDA DE SEU IRMÃO E CHAMADO DEMIURGO CAÍDO, COLOCOU EM SUAS FILEIRAS DE SOLDADOS DA LUZ NO COMBATE CONTRA AS TREVAS, ASSIM AUXILIANDO O MESMO PARA QUE PAGUE PELAS SUAS CRUELDADES .SENDO HOJE QUEM TRABALHO COM EXÚ MARABÕ TEM TAMBÉM EM SEU CAMPO DE ENERGIA , EXÚ LUCIFER E EXÚ DO LODO. 
Ao contrário que dizem outras escritas, Exu Lúcifer sempre recebe suas oferendas nas matas, pois o mesmo é um dos soldados de Marabô; A entidade atua também em cemitérios, porém em respeito a seu superior prefere nas matas. 
Sempre que oferendo a Exu Lúcifer ,ou Marabô ,acendo uma vela verde para o povo das matas.
O povo da lira também e chefiado por Exu Lúcifer também é conhecido como Exu Rei das Sete Liras e sua mulher dona Maria Padilha ou Rainha das Marias. 
Exu Lúcifer tem muitos caminhos,um deles é o Exu Lúcifer das Almas.

CARACTERÍSTICAS>

Comida> Farofa de dendê com carne de porco; galinha preta; bode preto;
Bebidas> Em geral não bebe, mas quando servido gosta de cachaça com vinho.
Fumo> Apenas charuto, em ocasiões especiais (quebra de magia negra, cura);
Amuleto: Tridente
Velas> Preferencialmente verde, pelo seu campo de atuação (soldado de Marabô), mas aceita vermelha ou preta.
Guia> Verde e preta, vermelha e verde, preta e vermelha, preta e verde.
Atuação> Matas densas e fechadas pela hierarquia, cemitérios por propriedade.

*Exú Porteira*

*Exú Porteira*

É ele o encarregado de guardar tudo o que está fechado por meio de caminhos, portas, chaves, segredos.

Pertence à Terceira Linha Negativa da Umbanda, comandada pelo Ogum de Lei.

Esse Exú dá o poder ao seu médium ou quem o evoca de abrir os caminhos das pessoas que o procuram.
Exú chefe de falange.
O sentido é figurado, pois pela condição de confiança que ele faz passar as pessoas que estão junto ao seu protegido, estas fazem as vontades do médium, permitindo, autorizando, fazendo, falando, confidenciando, ...
É muito soturno, fala pouco, porém sempre a verdade, ele sempre diz que fala a verdade para seu consulente e não fala o que seu consulente quer ouvir, mesmo se a verdade for, digamos, ruim para o consulente, também faz as pessoas falarem muito com ele.
Tem a característica de incorporar sempre próximo a uma porta.
Domina as porteiras, ou seja, ele pode abrir ou fechar suas portas, caminhos, destinos, etc...
Ele é um dos 7 Guardiões que toma conta dos 7 Portais astrais, de um mundo para o outro ou de um astral para o outro.

Características>

Bebida: bebidas finas e marafo
Fuma: charutos
Guia:Vermelha e Preta
Lugar: ambientes fechados ou na Encruzilhada de terra ou matas
Regência: Ogum
Vela: pretas, vermelhas e pretas  

*EXÚ MORCEGO*

*EXÚ MORCEGO*

Em um castelo, inteiramente de pedra, mal cuidado e isolado no meio de uma floresta, típico daqueles pertencentes ao feudo europeu, vivia um homem branco e corpulento, trajando uma surrada roupa, provavelmente antes pertencente a um guarda-roupa fino. Percebia-se o desgaste causado pelo passar do tempo, pois ainda carregava uma grossa e rica corrente de ouro de bom quilate, com um enorme crucifixo do mesmo cobiçado material. Parecia viver na solidão, muito embora no castelo vivessem vários serviçais. Na torre do castelo, as janelas foram fechadas com pedra, e só pequenas frestas foram feitas no alto das paredes.
A luz não podia entrar. A torre não tinha paredes internas, formando uma enorme sala, com pesada mesa de madeira tosca, tendo como iluminação dois castiçais de uma só vela cada. Ao lado da tênue luz das velas, livros se espalhavam sobre a mesa, mostrando ser aquele homem um estudioso e que algo buscava na literatura. De braços abertos, com um capuz preto cobrindo sua cabeça, emitia estranhos e finos sons, tentando descobrir o segredo da levitação. Pelas frestas da torre, entravam e saiam voando vários morcegos com os quais ele procurava inspiração e força para atingir sua conquista. Por quê? Não sabemos. A ideia e as razões eram só da estranha figura. Parecia um homem de fino trato, transfigurado na fixação de atingir um poder que não lhe pertencia. Seu nome? Também não sabemos. Só o conhecemos incorporado nos terreiros como o querido, mas temido, Exu Morcego.

O Exu Morcego é um senhor da magia, um verdadeiro bruxo que é muito importante nos trabalhos de desobsessão. Todos os Exus que receberam a missão de trabalhar nas esferas mais baixas das trevas da ignorância humana são grandes iniciados conhecedores da arte de manipular a magia, mas se encaminharam para caminhos mais tortuosos quando usaram seu conhecimento.É uma entidade séria que conhece os segredos da evolução, da vida, da transição, das trevas e da Luz.Encaminha estas formas que vampirizam a energia vital da pessoa, os parasitas astrais, vampiros energéticos, espíritos familiares de alguém que atuam sugando e atraindo as mesmas doenças que tinha em vida para os seus parentes encarnados.

É ordenado por Omulú e subordinado ao Exu Calunga e também é conhecido como é Exu da Morte.Têm o poder de transmitir ou curar, à distância, qualquer espécie de moléstia.Apresenta-se como um homem forte com uma grande Capa Preta.Quando ele vem em trabalhos em terreiros para combater demandas ele faz uma forma de dança como se tivesse pegando seus inimigos com suas garras.

CARACTERÍSTICAS

Bebida: Vinho, absinto, conhaque.
Comida:Farofa com vodka misturada à 9 dentes de alho roxo sobre folhas de mamona.
Fuma: Charutos e cigarros.
Ferramenta: Morcego em metal, pemba, quartzo azul escuro, mamona.
Atuação:Calunga pequena (cemitério), Matas, cavernas, pântanos, encruzilhadas (de acordo com a própria entidade).
Vela: Preta ou preta e vermelha.

Guia: Preta e vermelha, com firma em ferro de tridente ou morcego

quarta-feira, 11 de março de 2020

José Grosso

José Grosso

José Grosso é o nome de uma entidade espiritual. Através da psicofonia ou da voz semidireta, este espírito se comunica em centros espíritas espalhados por todo o Brasil, principalmente nos grupos do Movimento da Fraternidade.

História[editar | editar código-fonte]

Entre as suas supostas diversas encarnações, terá tido poder e autoridade, nomeadamente na Germânia, onde terá tido o nome de "Johannes", tendo falecido por volta do ano de 751.[carece de fontes]
Posteriormente terá vivido nos Países Baixos, onde terá exercido o cargo de adido diplomático. Nessas funções, terá convivido com a nobreza e o clero dos Países Baixos e com a Corte de Francisco I de França. Segundo informações da Espiritualidade[carece de fontes], consta que Jair Soares, diretor mediúnico já desencarnado do Grupo Scheilla (Belo Horizonte), fora o próprio Francisco I[carece de fontes], o que explicaria para alguns a grande ligação entre os dois.
Terá reencarnado em 1896 no Brasil, em um lugarejo próximo ao Crato, na então província do Ceará, quando foi batizado como José da Silva. Terão sido seus pais, Jerônimo e Francisca, que ao todo tiveram nove filhos.[carece de fontes]
No princípio da década de 1930, diante da miséria imposta pelas Secas na região Nordeste do Brasil terá integrado o movimento do cangaço, sob a liderança de Lampião.[carece de fontes]
Na convivência com o bando, percebeu que este extrapolavam as suas aspirações de justiça e de liberdade. Entendeu que a maneira como agia não era a correta e, mesmo ciente das consequências, mudou o seu comportamento. Embora não delatando os companheiros às autoridades, passou a informar as povoações que seriam invadidas, para que mulheres e crianças fossem poupadas. Descoberto, Lampião perfurou-lhe os olhos a faca, vingando-se da traição. José da Silva, perdido na mata, com infecção generalizada, terá vindo a falecer em 1936, aos 40 anos de idade, sem ter notícia alguma de sete de seus oito irmãos. Conhecia o paradeiro de um único irmão, conhecido como Palminha, que na época levava o mesmo tipo de vida no cangaço, mas pertencendo a outro grupo.[carece de fontes]
Afirma-se que após ter falecido, após algum tempo vagando em cegueira, foi amparado pelo espírito de Nina Arueira. Iniciou o seu aprendizado no Plano Espiritual com o Espírito Glacus e, por longos anos, esteve sob orientação de Scheilla. Doze anos mais tarde, começou a manifestar-se no Centro Espírita Oriente e na casa de Jair Soares, diretor do Grupo Scheilla, em Belo Horizonte.[carece de fontes]
Em 1949, em suas primeiras comunicações, terá afirmado ser "folha caída dos ventos do Norte". Levado por Scheilla e Joseph Gleber, começou a manifestar-se também no Grupo Espírita André Luiz no Rio de Janeiro, através de alguns médiuns, principalmente o conhecido Peixotinho, pelo qual se manifestavam, dentre outros, as entidades Scheilla e Dr. Garcez.[carece de fontes]
Desde 1949 vem cooperando nas reuniões de psicofonia e tratamento espiritual em grupos do Movimento da Fraternidade. Atualmente manifesta-se em inúmeras casa espíritas espalhadas pelo Brasil, dentre elas a Fraternidade Espírita Irmão Glacus, em Belo Horizonte, a Fraternidade André Luiz, em Uberlândia (Minas Gerais), no Centro Espírita José Grosso, na cidade de Imperatriz (Maranhão), na União Espírita Diogo de Vasconcelos Lisboa dirigida pela psicóloga Indaia Machado e a fisioterapeuta Adriana Sarmento e o Centro Espiritualista Alvorada Nova, mais conhecido por Canto do Uirapuru em João Pessoa (Paraíba), no qual é dirigido por Sergio Beltrão.

Joanna de Ângelis

Joanna de Ângelis

Joanna de Ângelis.
Joanna de Ângelis é uma entidade ou espírito, tratada pelo médium espírita brasileiro Divaldo Franco como sua guia espiritual. À entidade é atribuída a autoria da maior parte das obras psicografadas pelo médium.
A obra atribuída a Joanna de Ângelis é composta por dezenas de livros, muitos deles traduzidos para diversos idiomas, versando sobre temas existenciais, filosóficos, religiosos, psicológicos e transcendentais.
Dentre as obras atribuídas à entidade, destacam-se as da Série Psicológica, composta por mais de uma dezena de livros, nos quais a entidade estabelece uma ponte entre a Doutrina Espírita e as modernas correntes da Psicologia, em especial a transpessoal e junguiana.

As encarnações de Joanna de Ângelis[editar | editar código-fonte]

Segundo Divaldo Franco, em sua primeira manifestação, a 5 de dezembro de 1945, Joanna de Ângelis se apresentou com o epíteto "um Espírito amigo", que por muitos anos teria sido um pseudônimo utilizado por ela.
Na obra A veneranda Joanna de Ângelis (Salvador: LEAL, 1987), os autores Celeste Santos e Divaldo Franco defendem que esse Espírito teria sido, em uma de suas encarnações, Joana de Cusa - uma das mulheres que acompanhavam Jesus no momento da crucificação. (Vide também: Boa Nova - Humberto de Campos/Chico XavierFEB)
Atribuem-se ainda a ela as seguintes personalidades históricas, conforme anota o psicólogo e escritor Cezar Braga Said em seu livro "Joanna e Jesus: Uma história de amor" (FEP - 2010):

Resumo histórico[editar | editar código-fonte]

No século I vivera como Joana de Cusa, uma das maiores colaboradoras da obra de Jesus, inclusive citada no evangelho como uma das mulheres piedosas, tendo sido queimada viva ao lado de seu único filho, juntamente com outros cristãos no Coliseu de Roma.
Em 12 de novembro de 1651, nascia no México Sór Juana Inés de La Cruz, tendo sido a maior poetisa da língua hispânica; muito competente em teologia, medicina, direito canônico e astronomia. Foi teatróloga, musicista, pintora e poliglota. Falava e escrevia, fluentemente, seis idiomas.
Em 11 de dezembro de 1761, nascia em Salvador-Bahia Sóror Joana Angélica de Jesus que posteriormente tornou-se freira. Em 1822, em defesa da honra das jovens do seu Convento, foi assassinada por um soldado português, tornando-se mártir da independência do Brasil.
Joanna de Ângelis também vivera no século XIII (De 16 de julho de 1194 à 11 de agosto de 1253). Chiara d'Offreducci foi fundadora da ordem feminina Franciscana. Mais tarde, em 15 de agosto de 1255 foi canonizada pelo papa Alexandre IV, agora conhecida como Santa Clara de Assis. (Clara de Assis)
Hoje, vivendo na espiritualidade e assumindo o nome de Joanna de Ângelis, é um dos guias espirituais da humanidade, realizando uma experiência educativa e evangélica de altíssimo valor, inclusive publicando diversas obras literárias, milhares de mensagens, traduzidas em diversos idiomas, transcritas em braile, reproduzidas em áudio, e todas distribuídas por vários países do mundo.

Principais obras[editar | editar código-fonte]

Dentre os livros psicografados por Divaldo Franco, que trazem a assinatura de Joanna de Ângelis, sobressaem:
  • Messe de Amor - 1964 (mensagens, dedicadas ao centenário de O Evangelho Segundo o Espiritismo)
  • Dimensões da Verdade - 1965 (conceitos evangélicos e doutrinários)
  • Leis Morais da Vida - 1976 (análises sobre as Leis Divinas)
Da sua Série Psicológica:
  • Jesus e Atualidade - 1989
  • O Homem Integral - 1990
  • Plenitude - 1991
  • Momentos de Saúde e Consciência - 1992
  • O Ser Consciente - 1993
  • Autodescobrimento: Uma Busca Interior - 1995
  • Desperte e seja feliz - 1996
  • Vida: Desafios e Soluções - 1997
  • Amor, imbatível amor - 1998
  • O Despertar do Espírito - 2000
  • Jesus e o evangelho a luz da psicologia profunda - 2000
  • Triunfo Pessoal - 2002
  • Conflitos Existenciais - 2005
  • Encontro com a paz e a Saúde - 2007
  • Em Busca da Verdade - 2009
  • Psicologia da Gratidão - 2011
"Série Momentos", com temas sobre alegria, meditação, saúde, felicidade entre outros.

Links Relacionados[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ramatis

Ramatis 

Biografia[editar | editar código-fonte]

Segundo Hercílio Maes,[nota 1] em relato de suas obras, Ramatis teria tido sua primeira encarnação na Terra na Indochina, no século X d.C., tendo o seu transpasse ocorrido no ano de 993 nessa mesma região;[7] tendo sido instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Era de inteligência fulgurante e teria desencarnado ainda bastante moço. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV participando do ciclo ariano, participando dos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu "Ramaiana".[nota 6]
Foi adepto nessa época da tradição de Rama, cultuando os ensinamentos do "Reino de Osiris", o senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas. Mais tarde, no espaço, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais, cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de "Templários das Cadeias do Amor". Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas Colônias invisíveis do Além, junto à região do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia oriental.
Quanto ao nome, há um simbolismo no nome "RAMA-TYS",[nota 7] ou SWAMI SRI RAMA-TYS",[nota 7] como era conhecido nos santuários da época, a partir de seu significado no sânscrito. Ramaa é o divino, Tys (Syta inverso) é a dualidade da vida , quando se unem - é um mantra para conexão a divindade dentro de nós - desde a Lemúria.

Existências de Ramatis[editar | editar código-fonte]

Quem é Ramatis?[editar | editar código-fonte]

É supostamente um espírito provindo de outras latitudes siderais(Sirius[8] - a estrela mais brilhante no céu noturno)[nota 8] já tendo reencarnado no planeta Marte.[9][10] Faz parte da elevada hierarquia terrestre que assessora o Mestre Jesus em seu projeto de evolução desta humanidade. Por amor a ela, reencarnou várias vezes, no seio de várias raças, sendo lembrado como insigne instrutor em diversas tradições e mestre de discípulos. É propósito de Ramatís a difusão do Conhecimento Eterno, unindo as tradições espirituais do Oriente e do Ocidente, para auxiliar no despertamento da consciência da humanidade. A tônica de seu ensinamento é o universalismo – o reconhecimento e aceitação de todos os caminhos espirituais dos homens, considerando que “as religiões são meios, não fins em si mesmas”. É característica de sua obra, que veio à luz no Brasil desde meados do século XX, trazer conhecimentos avançados e inéditos, levantar em vários pontos o “véu de Isis” que recobre as realidades do Cosmo e da vida humana. A linguagem de Ramatís nos seus livros é simples, lógica e cristalina mesmo ao abordar os temas mais complexos. Não tendo o costume de escrever de maneira excessivamente prolixa, suas obras são fáceis de compreender. Não se dedica a dizer o que já foi dito, informar o que já se sabe; prima por conduzir o leitor a novos patamares de consciência e horizontes mentais mais amplos, descolando o leitor de pontos de vista estreitos e estratificados pelo hábito a respeito da vida humana e do espírito.
Indochina
Indochina (em francêsinglês e malaio), ឥណ្ឌូចិន (em khmer), 中南半島 (em mandarim), อินโดจีน (em tailandês), Đông Dương (em vietnamita)
Península da Ásia
País Camboja
 Laos
 Malásia
 Mianmar
 Singapura
 Tailândia
 Vietnã
Área2 269 781 km2 (876 367 sq mi)
Localização da Indochina na Ásia

Registros Históricos[editar | editar código-fonte]

Evidências Mediúnicas[editar | editar código-fonte]

Na Atlântida,[11][12][nota 9] Ramatís teria sido mestre dos Templos da Luz, e contemporâneo, numa existência, do Espírito que mais tarde seria conhecido como Allan Kardec. Foi Phanuh, o Peregrino, há 28.000 mil anos, na Atlântida,[11][12][nota 9] e Ben Sabath, mago famoso na Caldéia; depois Shy-Ramath, grão-sacerdote no Egito; mais tarde Pitágoras, na Grécia, e Phylon de Alexandria, no tempo de Jesus, informa Hercílio Maes.[13] Convergências de relatos mediúnicos conectam com fidelidade a afinidade psicológica e psíquica de Ramatis com a história da vida e obra de Ghesen(ESSEN),[14][15] filho de Moisés, fundador da Fraternidade Essênia, fiel seguidor dos ensinamentos Kobdas.[16][17][nota 10]

Indochina – Século X d.C.[18][editar | editar código-fonte]

"Ramatís viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Foi filho de uma vestal chinesa que abandonou o convento para casar com um tapeceiro hindu, Era de inteligência fulgurante e desencarnou com 33 anos. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu Ramaiana. Foi adepto da tradição de Rama, naquela época com o nome de "Swami Sri Rama-Tys”, como foi conhecido nos santuários da época. O templo que fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra da alvenaria recebeu o toque magnético e pessoal de seus futuros iniciados. Alguns deles estão reencarnados atualmente em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre Ramatís através desse toque misterioso, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem-no por vezes, e de tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade! Embora tenha desencarnado ainda moçoRamatís pôde aliciar setenta e dois discípulos. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da Grécia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “túnica azul” e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da “Cruz e do Triângulo”, o restante disseminou-se pelo nosso orbe. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis nas três Américas, enquanto que os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia”.
— Hercílio MaesMensagens do Astral, Ed.Conhecimento, p.14.
Usuário(a):Nicanor10/TestesTodo arcanjo já foi homem; todo homem será arcanjo – essa é a Lei.Usuário(a):Nicanor10/Testes
— Ramatis, O Evangelho à Luz do Cosmo, 9ª. edição, p. 163.

Pitágoras de Samos – Século V a.C.[editar | editar código-fonte]

Como Pitágoras, deixou um legado ímpar para a espiritualidade do Ocidente, trazendo para a Grécia os ensinamentos iniciáticos do Egito e da Caldéia. Nesse época, fundou uma Escola famosa, em Crotone (sul da Itália, à época chamada de Magna Grécia), onde conduzia discípulos para os caminhos iniciáticos. Sua tradição inspirou seguidores ao longo dos séculos, na Europa (neopitagóricos). Além da reencarnação, da evolução e do carma, e todos os conhecimentos da Sabedoria Oculta, os preceitos pitagóricos se caracterizavam por um modelo de vida pura, simples, fraternidade irrestrita entre seus membros, disciplina no falar, e vegetarianismoPitágoras era conhecido pelo profundo amor e compaixão pelos animais. Não deixou obra escrita; alguns discípulos deixaram registros de sua doutrina.


Filon (Filo) de Alexandria – 20 a.C.[editar | editar código-fonte]

Viveu como o filósofo judeu Filon de Alexandria, ao tempo de Jesus. Deixou extensa obra escrita, tecendo correlação entre os preceitos da Sabedoria Oculta e a tradição esotérica hebraica, sendo conhecido como o primeiro pensador a aproximar os textos bíblicos às categorias filosóficas ocidentais. Foi à Palestina encontrar-se com o Mestre Nazareno, por cuja segurança muito lutou - conviveu com Ele, discípulosfamília e seguidores. Daí resultam as informações, inigualáveis por qualquer outra obra, que pôde fornecer no livro “Sublime Peregrino”,[3] descrevendo a figura e a trajetória do Mestre Jesus, incluindo sua infância, os aspectos desconhecidos de sua famíliaensinos e milagres, seu julgamentomorte e o destino de seu corpo físico.





Peles-Vermelhas – América do NorteII Milênio d.C.[editar | editar código-fonte]

Muito mais tarde, já em meados do segundo milênioRamatís reencarnou entre os peles-vermelhas da América do Norte – descendentes dos atlantes emigrados em antigas eras – e reuniu povos e tribos numa Confederação de Paz, que a História oficial registra, sem entretanto conhecer-lhe a toda a realidade.





Portrait of Master Koot Hoomi by Hermann Schmiechen, 1884.
Portrait of Master Koot Hoomi by Hermann Schmiechen1884.

Mestre Kuthumi (Koot Hoomi)[editar | editar código-fonte]

“Atualmente, ainda opera como mestre nas tarefas dos teosofistas, conhecido como Koot Hoomi" (Mestre Kuthumi)1952, Revista Manchete.[19] Foi portanto Ramatís, sob a figura desse Mestre da Fraternidade Branca, quem também inspirou a Teosofia, eminente movimento espiritualista que, colateral ao espiritismo, empenhou-se em trazer para o Ocidente os milenares conhecimentos iniciáticos do Oriente. A literatura Teosófica é ampla fonte de conhecimentos espiritualistas acessíveis ao leitor ocidental.





Fraternidade da Cruz e do Triângulo[editar | editar código-fonte]

Símbolo arquétipo da Fraternidade da Cruz e do Triângulo.
Informa também Hercílio[nota 1] que, após significativa assembleia de altas entidades realizada no Espaço, no século findo, na região do Oriente, procedeu-se à fusão entre duas importantes "Fraternidades" que dali operam em favor dos habitantes da Terra. A "Fraternidade da Cruz", com certa ação no Ocidente(divulga os ensinamentos de Jesus) e a "Fraternidade do Triângulo", ligada à tradição iniciática e espiritual do Oriente. Após a memorável fusão dessas duas "Fraternidades Brancas", consolidaram-se melhor as características psicológicas e objetivo dos seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denominação para "Fraternidade da Cruz e do Triângulo".
Seus membros, no Espaço, usam vestes brancas com cintos e emblemas de cor azul-clara esverdeada. Sobre o peito, trazem suspensa delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria na qual se ostenta um triângulo de suave lilás luminoso, emoldurando uma cruz lirial. É o símbolo que exalça, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na efígie do triângulo, a mística oriental.
O objetivo principal dessa fraternidade é prestar socorro para inúmeros espíritos que vagam no umbral da Terra.
Informa Ramatís, pela mediunidade de Hercílio[nota 1] que, após certa disciplina iniciática a que se submetera na China, fundou um pequeno templo iniciático na Índia, à margem da estrada principal que se perdia no território chinês. Nesse templo, procurou ele aplicar aos seus discípulos os conhecimentos adquiridos em inúmeras vidas anteriores.
Quanto a aparência, Ramatís costumava se apresentar à visão psíquica do médium Hercílio Maes[nota 1] com um traje um tanto exótico, composto de ampla capa aberta, descida até aos pés, com mangas largas e que lhe cobre a túnica ajustada por um largo cinto de um esmeraldino esverdeado. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. A tessitura de toda a veste é de seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso lírio translúcido. Os sapatos, de cetim azul-esverdeado, são amarrados por cordões dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos gregos firmarem suas sandálias. Cobre-lhe a cabeça um singular turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas cores, caídos sobre os ombros. Sobre o peito, uma corrente formada de pequeninos elos, de fina ourivesaria, da qual pende um triângulo de suave lilás luminoso, que emoldura uma delicada cruz alabastrina. Essa indumentária é um misto de trajes orientais; tipo de vestuário hindu-chinês, raríssimo, porque se deriva de antigo modelo sacerdotal, muito usado nos santuários da desaparecida Atlântida.[11][12][nota 9]

Arquétipos[editar | editar código-fonte]

Cordões Iniciáticos (RAIOS)[20]
Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática
Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática: Carmim-AMOR, Amarelo-VONTADE; Verde-SABEDORIA; Azul-RELIGIOSIDADE; e Branco-RENCARNAÇÃO (Liberdade)

















Psicopictografia de Ramatis por Dinorah

Profª Dinorah Azevedo Simas Enéas
Dona Dinorah, como ficou conhecida, era possuidora de singular mediunidade de psicopictografia, faculdade de retratar, por influenciação psíquica, personagens do plano espiritual; para tanto, preparou-se durante dois anos, frequentando o curso de pintura clássica na Escola Nacional de Belas Artes, onde mais tarde tornou-se professora chegando a fazer especialização na Europa.
Nas palavras de Hercílio Maes[nota 1] assim ele se pronunciou quando viu o quadro psicopictografado por Dinorah.
Usuário(a):Nicanor10/TestesRecebi o retrato de Ramatis e confesso o meu assombro pela sua espantosa fidelidade. Não conheço Dona Dinorah, mas peço apresentar-lhe as minhas efusivas felicitações, pois, através da sua extraordinária mediunidade, ela conseguiu fixar Ramatis conforme, na minha infância, o vi materializado, e como ainda o vejo, de vez em quando, no Plano Astral. É tal a similitude da expressão da sua fisionomia, exuberante de paz e de bondade, que, ao contemplar seu retrato, meu espírito foi tomado por uma emoção de saudade intensa, que me propiciou, num instante, ser transportado ao momento inesquecível da primeira vez que ele me apareceu. Que Jesus abençoe essa irmã pela alegria espiritual que me proporcionou!Usuário(a):Nicanor10/Testes
— Hercílio Maes, depoimento por carta impressa, a José Fuzeira (revisor de suas primeiras obras).


Também retratou suas impressões
do corpo astral de Ramatis:

Usuário(a):Nicanor10/TestesEmbora respeitando as evasivas modestas de Ramatís, devo dizer que também o tenho visto no seio de uma massa de luz policrômica tão cintilante e transparente, que elimina todas as rugas, sulcos e sinais de maturidade de sua fisionomia, apresentando-o com o aspecto de um jovem de quinze anos, cujo rosto assume um tom rosado; seus olhos amendoados arredondam-se pela luz que os inunda facilmente. Ramatís remoça-se de tal modo pelos fulgores luminescentes que se irradiam de sua intimidade, que será dificílimo crer-se que o seu perispírito abandonou o corpo carnal aos 30 anos de idade física, pois até seus lábios perdem os contornos orientaisUsuário(a):Nicanor10/Testes
— Hercílio Maes, nota Mediunismo - Vidência Ideoplástica. Ed.Conhecimento; 1ª ed. (1998), páginas 174, 175.

Egrégora Ramatisiana[editar | editar código-fonte]

Algumas Sementes[editar | editar código-fonte]

Discípulos e Simpatizantes[editar | editar código-fonte]

Os primeiros Elos[editar | editar código-fonte]

  • A Fraternidade Ramatis Hercílio Maes, foi fundada pelo ex-diretor geral da Unibem[nota 11] - Octávio Melchíades Ulysséa manteve à época os esforços para continuar o trabalho de Hercílio Maes. A época, desenvolvia um trabalho sobre a vida de Hercílio Maes[nota 1] que não chegou a se realizar. O professor Ulysséa frequentava a casa de Hercílio[nota 1] e dele era amigo. Disponibilizou dentro da Unibem[nota 11] local e infra-estrutura para estudo. Em novembro de 2007, através da iniciativa de um integrante desta fraternidade, seu membro Dalton Packer(na época, médium da Fraternidade Ramatís Hercílio Maes no Bairro Sto Inácio - desencarnado em 2015 em Curitiba) produziu um DVD com cerca de 15 minutos sobre a vida de Ramatis, titulado: "A vida de Ramatis - A história de um grande Mestre Universalista" - atualmente compartilhado para todo o mundo via YouTube pelo Instituto de Sensibilização Consciencial - ISC com mais de 248.892 visualizações (Consultado em 13 de novembro de 2017). O pesquisador responsável pelas informações compiladas e narradas no Youtube e no DVD, foi o ex dirigente de um grupo Ramatisiano na Ilha do Governador; o médium Marcus Cesar Ferreira (MCF), antigo membro do Grupo Espírita Irmão Demétrius - GEID, responsável pesquisador das particularidades e nomes dos discípulos encarnados e desencarnados de Ramatis no Brasil e Argentina (DEMÉTRIUS - DR. ÁTMOS, APSA e MANUEL VALVERDE ), evidenciados por um outro notável discípulo e médium clarividente; Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA) Fundador da Sociedade Espírita Ramatis.
  • Sociedade Espírita Ramatis - SER foi fundada em 19 de março de 1964, por um dos maiores divulgadores e ícones do movimento Ramatisiano no Brasil - Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA) (Desencarnado em 23 de dezembro de 2003). Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA), deixou um legado de exemplo e dedicação a Obra de Ramatis por Hercílio Maes. A SER foi construída no Bairro da Tijuca no Rio de Janeiro, é "Célula Mater" de dezenas de grupos e movimentos em todo o Brasil, que utilizam a suas referências de atendimento terapêuticos em parte, ou todo o processo metodológica de atendimentos espirituais, por afinidade - o responsável de cada uma delas recebeu o material para iniciar os trabalhos em sua casa fraterna - cada grupo, trabalha de forma independente.

Nascimento da AFRAM[nota 5][editar | editar código-fonte]

AFRAM - Associação das Fraternidades Ramatís, foi fundada em 20 de fevereiro de 1996(Estatuto Social). Após sua criação legal na década de 90, representa a reunião e a união de várias casas e grupo ligados à proposta universalista de Ramatis.
O repertório de estudos que conta com a orientação da plêiade de espíritos ligados a "Fraternidade da Cruz e do Triangulo", na qual Ramatis é seu mentor se caracteriza pelo ecletismo, versando acerca de temas variados no que podemos consagrá-lo nas hostes do universalismo espiritualista em obras compiladas como: 
  • Universalismo de A a Z – Um só rebanho;[25]
  • Transição Planetária de A a Z – A chegada da Luz;[26]
  • Saúde e Alimentação de A a Z – O amor pelos animais;[27]
  • Ciência Oculta de A a Z – O véu de Ísis;[28]
  • Evangelho de A a Z;[29]
  • Mediunidade de A a Z;[30]
  • A Ascensão do Espírito de A a Z;[31]
  • Um Jesus que Nunca Existiu;[32] e
  • Ramatís uma Proposta de Luz.[33] (Compêndio de 14 livros)
Acredita-se que no astral há uma colônia denominada Metrópole do Grande Coração que representa os valores do universalismo de Ramatis, valores estes que estão compilados nessas obras.

Falanges da Fraternidade da Cruz e do Triângulo[editar | editar código-fonte]

Acompanham Ramatis, no intercâmbio do astral com os encarnados (pelos seus diversos médiuns)espíritos como: DemétriusDr. AtmosNavaranaRama-SchainRubataianaAtanagildoHammodNicanorAkhenatonSesostrisLuis AugustoIrmã RosáliaArielPai ToméBabajiananda Vovó Maria CongaGuardião da Meia-noiteIrmão Fabiano e outros.Além desses, há a presença de antigos precursores ou continuadores do movimento como (espíritos)Hercílio MaesManuel ValverdeAmérica Paoliello, Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA)Arthur RoxoHorácio Ramasine (HR), e Sidnei Carvalho.[34][nota 12]

Os Médiuns - psicosfera universalista[editar | editar código-fonte]

  • A respeito das diferentes nuances ou percepções clarividentes de outros médiuns que recebem ou receberam as mensagens de Ramatis, podemos extrair do próprio pensamento do espírito, tais diferenças elencadas. Inicialmente o relato da percepção de outro médium, que não Hercílio,[nota 1] quando este infere que: "sois amorenado, olhos oblíquos e que não tendes o aspecto adolescente de um jovem de quinze anos, como vos pintaram. Também apresentais uma fisionomia expressivamente ocidentalizada, quando, na realidade, sois um tipo oriental descendente de hindu e chinesa. Diz o médium que a maior semelhança entre vós e os retratos mediúnicos pintados reside somente no tipo das vestes, do turbante e das cores de vossa aura".
Na resposta do espírito Ramatis, assim se pronunciou:
"As diferenças comumente existentes entre a verdadeira configuração perispiritual dos desencarnados e as pinturas mediúnicas resultam mais propriamente dos efeitos imprecisos e muito comuns dos fenômenos de ideoplastia. As ideias e os pensamentos produzem ondas e radiações que, por sua vez, devem formar imagens daquilo em que se pensa. No entanto, como as nossas são configuradas no plano da 4ª dimensão, nem sempre se ajustam com exatidão às formas tridimensionais da visão carnal. Assim, é muito difícil para os encarnados obter uma fotografia perfeita e exata das ideias ou das imagens que projetamos do Além sobre a mente dos médiuns intuitivos, videntes ou desenhistas. Mesmo quanto à exatidão das comunicações faladas ou psicografadas dos nossos pensamentos, ainda são raros os médiuns intuitivos que apanham a realidade intrínseca do assunto que desejaríamos transferir para o conhecimento do mundo material. Em comparação com a frequência retardada dos acontecimentos do mundo material, ainda é muito grande o aceleramento ou a fuga vibratória dos fenômenos que se sucedem no mundo astral, do que resulta considerável desajuste no mesmo tempo da ocorrência. Como ilustração concreta dos nossos dizeres, basta dizer que o nosso médium, neste momento, mobiliza toda a sua capacidade psíquica para captar com êxito as ideias que formulamos do “lado de cá” e, no entanto, não consegue transferir fielmente para a matéria o assunto que sente na intimidade de sua alma. Servindo-nos de rude exemplo, diríamos que, enquanto emitimos um “tonel” de pensamentos, o nosso médium só consegue captar em seu equipo físico a quantidade pensada que simbolicamente só caberia num “copo"."
— Hercílio MaesMediunismo - Vidência Ideoplástica. Editora do Conhecimento; 1ª ed. (1998), páginas 171, 172. ISBN 85-87006-01-0
Usuário(a):Nicanor10/TestesNa "Intuição pura" o espírito penetra esferas de pensamento de onde recolhe os valores buscados. Pode identificar ou não a existência de outra mente ligada ao que percebe. Sua percepção pode ligar-se a uma atmosfera espiritual para traduzi-la em palavras ou atos, por se ter impregnado do que vibra em tais ambientes.Usuário(a):Nicanor10/Testes
— América P. Marques - Ramatis, Evangelho, Psicologia, Ioga - Estudos Espíritas, página 28, Freitas Bastos

Obras de Ramatis[editar | editar código-fonte]

Primeiras edições[editar | editar código-fonte]

Psicografadas - Hercílio Maes[nota 1][editar | editar código-fonte]

  • 1955 - A Vida no Planeta Marte e os Discos Voadores[35]
  • 1956 - Mensagens do Astral[36]
  • 1957 - A Vida Além da Sepultura[37] (Atanagildo)
  • 1958 - A Sobrevivência do Espírito[38] (Atanagildo)
  • 1959 - Fisiologia da Alma[39]
  • 1960 - Mediunismo[40]
  • 1963 - Mediunidade de Cura[41]
  • 1964 - O Sublime Peregrino[42]
  • 1964 - Elucidações do Além[43]
  • 1967 - A Missão do Espiritismo[44]
  • 1967 - Magia de Redenção[45]
  • 1970 - A Vida Humana e o Espírito Imortal[46]
  • 1974 - O Evangelho à Luz do Cosmo[47]
  • 1999 - Sob a Luz do Espiritismo[48] (obra póstuma)
Usuário(a):Nicanor10/TestesO "fim de tempos" significa demolição de costumes e tradições, pois o terreno é lavrado para a nova semeadura! Então prolifera a erva daninha e a planta benfeitora, erguem-se os edifícios modernos, mas tombam incessantemente os prédios em ruínas!Usuário(a):Nicanor10/Testes
— Hercílio MaesRamatisMagia de Redenção; página 21; Editora do Conhecimento.

Psicografadas ou Intuição pura - América Paoliello Marques[nota 2][editar | editar código-fonte]


Psicografadas ou chancela ramatisiana - Maria Margarida Liguori[editar | editar código-fonte]


Psicografada - Beatriz Bérgamo[editar | editar código-fonte]


Usuário(a):Nicanor10/TestesQuantos de vós não, encontraram o seio da doutrina espírita, através da contribuição de Hercílio Maes? Quantos encontraram o equilíbrio espiritual, e a consequente cura das enfermidades físicas, geradas pelos desajustes do espírito, através dos pêndulos, da radiestesiae da homeopatia, procedimentos tão bem aplicados por este irmão, em plena sintoma com os espíritos luminares, seus mentores? ... Enquanto no mundo corpóreo, fez tudo o que seu bom senso lhe permitiu, sacrificando momentos familiares, e folgas que vosso calendário sugere, compondo os escritos, que hoje representam a obra deste iluminado irmão Ramatis, o qual, podemos lembrar fraternalmente, que vosso país, é pátria privilegiada, por ter sido escolhida como a vertente de seus ensinamento, calcados sob a égide de Jesus! Portanto, na ausência de uma solução eficaz, a crítica desmorona, qual muralha envelhecida pelas intempéries da natureza!Usuário(a):Nicanor10/Testes
— Marcio GodinhoNavaranaO Universo Humano; p 56; Editora Universo.

Psicografada - Wagner Borges[editar | editar código-fonte]

  • 1993 - Viagem Espiritual I[64][nota 3](temas "sob inspiração" - espíritos diversos)

Psicografadas ou Intuição pura - Márcio Godinho[nota 13][editar | editar código-fonte]


Inspiradas - Norberto Peixoto[editar | editar código-fonte]


Romance mediúnico - Mariléa de Castro[editar | editar código-fonte]

  • 2005 - Haiawatha, Ramatis o mestre da raça vermelha[80] (Coautor Roger Feraudy)

Inspiradas - Dalton Campos Roque[editar | editar código-fonte]

  • 2004 - O Karma e Suas Leis[81] (Coautora Andréa Lúcia da Silva)
  • 2013 - Mensagens de Ramatís e Amigos Espirituais[82] (Coautora Andréa Lúcia da Silva)

Psicografadas - Sávio Mendonça[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Instituições Ramatisianas[editar | editar código-fonte]

Elos Associados[nota 5][editar | editar código-fonte]

Américas[editar | editar código-fonte]

Brasil[editar | editar código-fonte]
Ocultar Brasil
SE I Rio de Janeiro Rio de JaneiroSER - Sociedade Espírita Ramatis .:. Tijuca
GEID - Grupo de Estudos Integrais Demétrius .:. Ilha do Governador
NER - Núcleo Espírita Ramatís .:. Recreio
AFP - Associação Espírita Francisco de Paula .:. Vila Isabel
FETCR - Fraternidade Espiritualista o Triângulo e a Cruz Ramatís .:. Brás de Pina
TECL - Templo Espiritualista Cruzeiro da Luz .:. Grajaú
 TeresópolisFrar-Te - Fraternidade Ramatís Teresópolis .:. Teresópolis
 NiteróiCEU - Centro Espiritualista Universalista .:. Niterói
 MaricáGEID - Grupo Espírita Irmão Daniel .:. Maricá
 ItaguaíFER - Fraternidade Espírita Ramatís .:. Itaguaí
SE II São Paulo São PauloFR - Fraternidade Ramatís .:. SP
UBE - União Brasileira Espiritualista .:. Brás
DER - Despertar Espírita Ramatís .:. Lauzane Paulista
 LimeiraSER - Santuário Espiritualista Ramatís .:. Jardim Caieiras
 Mogi das CruzesGRAE – Grupo Ramatís Associação Espiritualista .:. Jardim Ivete
 CampinasNAVE - Núcleo de Amor Verdade e Evolução .:. Jardim Guanabara
 Minas GeraisBandeira de Extrema MG.svg ExtremaCRSR - Centro De Recuperação da Saúde Ramatís .:. Vila Rica
C.O.Bandeira do Distrito Federal (Brasil).svg Distrito Federal BrasíliaGD - Grupo Dharma .:. Jardim Botânico
 Mato Grosso do Sul Campo GrandeFR - Fraternidade Ramatís .:. Jardim Jacy
GEEJL - Grupo de Estudos Espíritas Jesus no Lar .:. Jardim Trav. Morena
 Goiás GoiâniaCEUPJA - Centro Espírita de Umbanda Pai Joaquim de Angola .:. Setor Urias Magalhães
Bandeira de Silvânia.jpg SilvâniaALFA - Amparo e Libertação Francisco de Assis .:. Fazenda Guarirobal
NE Pernambuco OlindaGR-CTC - Grupo Ramatís - Comunidade do Triângulo e da Cruz .:. Rio Doce
S Paraná CuritibaIHM - Instituto Hercílio Maes .:. Rebouças
FRHM - Fraternidade Ramatís Hercílio Maes .:. Sto. Inácio
 Santa Catarina FlorianópolisUNIR – Unidade de Luz e Integração em Ramatis .:. Centro
 Rio Grande do Sul Porto AlegreNEFJ - Núcleo Espírita Francisca Julia .:. Medianeira
GER - Grupo de Estudos Ramatis .:. Santana
 CanoasNER - Núcleo Espírita Ramatís .:. Centro
 Santa MariaFER - Fraternidade Espírita Ramatís .:. Passo d'Areia
FER - Fraternidade Espírita Ramatís .:. Santa Maria
GEPER - Grupo de Estudos e Práticas Espiritualistas Ramatís .:. Santa Maria
Bandeira de Rio Grande (Rio Grande do Sul) Rio GrandeGR - Grupo Ramatís .:. Rio Grande
Peru[editar | editar código-fonte]
Ocultar Peru
 LimaBiocibernética
Cuba[editar | editar código-fonte]
 Cuba
 CubaManzanilloGrupo De Estudios Allan Kardec .:. Provincia Granma

Europa[editar | editar código-fonte]

Portugal[editar | editar código-fonte]
OcultarFlag of Portugal.svg Portugal
Flag of Portugal.svg PortugalSNT.png CacémCeu Hilel - Centro Espiritualista Universalista
Pt-cld1.png Caldas da RainhaCentro Mariano Teresa de Calcutá
Centro Espiritualista Universalista Silvestre
Ceu Francis