Segundo
Hercílio Maes,
[nota 1] em relato de suas obras,
Ramatis teria tido sua primeira encarnação na Terra na
Indochina, no
século X d.C., tendo o seu
transpasse ocorrido no ano de
993 nessa mesma região;
[7] tendo sido instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da
Índia. Era de inteligência fulgurante e teria desencarnado ainda bastante moço. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no
século IV participando do ciclo ariano, participando dos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu
"Ramaiana".
[nota 6]
Foi adepto nessa época da tradição de
Rama, cultuando os ensinamentos do "
Reino de Osiris", o senhor da Luz, na inteligência das coisas divinas. Mais tarde, no espaço, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais, cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de "
Templários das Cadeias do Amor". Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas
Colônias invisíveis do Além, junto à região do
Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados à
psicologia oriental.
Quanto ao nome, há um simbolismo no nome "
RAMA-TYS",
[nota 7] ou
SWAMI SRI RAMA-TYS",
[nota 7] como era conhecido nos santuários da época, a partir de seu significado no sânscrito. Ramaa é o divino, Tys (Syta inverso) é a dualidade da vida , quando se unem - é um mantra para conexão a divindade dentro de nós - desde a Lemúria.
É supostamente um
espírito provindo de outras
latitudes siderais,
(Sirius[8] - a estrela mais brilhante no céu noturno)[nota 8] já tendo reencarnado no planeta
Marte.
[9][10] Faz parte da elevada hierarquia terrestre que assessora o Mestre
Jesus em seu projeto de evolução desta
humanidade. Por amor a ela,
reencarnou várias vezes, no seio de várias
raças, sendo lembrado como insigne instrutor em diversas tradições e mestre de discípulos. É propósito de
Ramatís a difusão do Conhecimento Eterno, unindo as tradições
espirituais do
Oriente e do
Ocidente, para auxiliar no despertamento da
consciência da
humanidade. A tônica de seu ensinamento é o
universalismo – o reconhecimento e aceitação de todos os caminhos espirituais dos homens, considerando que “as
religiões são meios, não fins em si mesmas”. É característica de sua obra, que veio à luz no
Brasil desde meados do
século XX, trazer conhecimentos avançados e inéditos, levantar em vários pontos o “
véu de Isis” que recobre as realidades do
Cosmo e da
vida humana. A linguagem de
Ramatís nos seus livros é simples, lógica e cristalina mesmo ao abordar os temas mais complexos. Não tendo o costume de escrever de maneira excessivamente prolixa, suas obras são fáceis de compreender. Não se dedica a dizer o que já foi dito, informar o que já se sabe; prima por conduzir o leitor a novos patamares de
consciência e horizontes mentais mais amplos, descolando o leitor de pontos de vista estreitos e estratificados pelo hábito a respeito da vida humana e do
espírito.
Na
Atlântida,
[11][12][nota 9] Ramatís teria sido mestre dos Templos da Luz, e contemporâneo, numa existência, do Espírito que mais tarde seria conhecido como
Allan Kardec. Foi
Phanuh, o Peregrino, há
28.000 mil anos, na
Atlântida,
[11][12][nota 9] e
Ben Sabath, mago famoso na
Caldéia; depois
Shy-Ramath, grão-sacerdote no
Egito; mais tarde
Pitágoras, na
Grécia, e
Phylon de Alexandria, no tempo de
Jesus, informa
Hercílio Maes.
[13] Convergências de relatos
mediúnicos conectam com fidelidade a afinidade psicológica e psíquica de
Ramatis com a história da vida e obra de Ghesen
(ESSEN),
[14][15] filho de
Moisés, fundador da
Fraternidade Essênia, fiel seguidor dos ensinamentos
Kobdas.
[16][17][nota 10]
"Ramatís viveu na Indochina, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Foi filho de uma vestal chinesa que abandonou o convento para casar com um tapeceiro hindu, Era de inteligência fulgurante e desencarnou com 33 anos. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu Ramaiana. Foi adepto da tradição de Rama, naquela época com o nome de "Swami Sri Rama-Tys”, como foi conhecido nos santuários da época. O templo que fundou foi erguido pelas mãos de seus primeiros discípulos e admiradores. Cada pedra da alvenaria recebeu o toque magnético e pessoal de seus futuros iniciados. Alguns deles estão reencarnados atualmente em nosso mundo, e já reconheceram o antigo mestre Ramatís através desse toque misterioso
, que não pode ser explicado a contento na linguagem humana. Sentem-no por vezes, e de tal modo, que as lágrimas lhes afloram aos olhos, num longo suspiro de saudade! Embora tenha desencarnado ainda moço, Ramatís pôde aliciar setenta e dois discípulos. Eram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do Egito, da Índia, da Grécia, da China e até da Arábia. Apenas dezessete conseguiram envergar a simbólica “túnica azul” e alcançar o último grau daquele ciclo iniciático. A não ser vinte e seis adeptos que estão no Espaço (desencarnados) cooperando nos labores da “Cruz e do Triângulo”, o restante disseminou-se pelo nosso orbe. Sabemos que dezoito reencarnaram no Brasil; seis nas três Américas, enquanto que os demais se espalharam pela Europa e, principalmente, pela Ásia”.
 | Todo arcanjo já foi homem; todo homem será arcanjo – essa é a Lei. |  |
|
|
Como
Pitágoras, deixou um legado ímpar para a
espiritualidade do
Ocidente, trazendo para a
Grécia os ensinamentos iniciáticos do
Egito e da
Caldéia. Nesse época, fundou uma Escola famosa, em
Crotone (sul da Itália, à época chamada de Magna Grécia), onde conduzia discípulos para os caminhos
iniciáticos. Sua
tradição inspirou seguidores ao longo dos
séculos, na
Europa (neopitagóricos). Além da
reencarnação, da
evolução e do
carma, e todos os conhecimentos da
Sabedoria Oculta, os preceitos
pitagóricos se caracterizavam por um modelo de
vida pura, simples,
fraternidade irrestrita entre seus membros, disciplina no falar, e
vegetarianismo.
Pitágoras era conhecido pelo profundo
amor e
compaixão pelos
animais. Não deixou obra escrita; alguns discípulos deixaram registros de sua
doutrina.
Viveu como o
filósofo judeu Filon de Alexandria, ao tempo de
Jesus. Deixou extensa obra escrita, tecendo correlação entre os preceitos da
Sabedoria Oculta e a tradição
esotérica hebraica, sendo conhecido como o primeiro
pensador a aproximar os textos
bíblicos às categorias
filosóficas ocidentais. Foi à
Palestina encontrar-se com o
Mestre Nazareno, por cuja segurança muito lutou - conviveu com Ele,
discípulos,
família e
seguidores. Daí resultam as informações, inigualáveis por qualquer outra obra, que pôde fornecer no livro “
O Sublime Peregrino”,
[3] descrevendo a figura e a trajetória do
Mestre Jesus, incluindo sua
infância, os aspectos desconhecidos de sua
família,
ensinos e
milagres, seu
julgamento,
morte e o
destino de seu
corpo físico.
O objetivo principal dessa fraternidade é prestar socorro para inúmeros espíritos que vagam no umbral da Terra.
Quanto a aparência,
Ramatís costumava se apresentar à
visão psíquica do
médium Hercílio Maes[nota 1] com um traje um tanto exótico, composto de ampla capa aberta, descida até aos pés, com mangas largas e que lhe cobre a
túnica ajustada por um largo cinto de um
esmeraldino esverdeado. As calças são apertadas nos tornozelos, como as que usam os esquiadores. A tessitura de toda a veste é de
seda branca, imaculada e brilhante, lembrando um maravilhoso
lírio translúcido. Os sapatos, de cetim
azul-
esverdeado, são amarrados por cordões
dourados que se enlaçam atrás, acima do calcanhar, à moda dos antigos
gregos firmarem suas sandálias. Cobre-lhe a cabeça um singular
turbante de muitas pregas ou refegos, encimado por cintilante
esmeralda e ornamentado por cordões finos, de diversas
cores, caídos sobre os ombros. Sobre o peito, uma
corrente formada de pequeninos elos, de fina
ourivesaria, da qual pende um
triângulo de suave
lilás luminoso, que emoldura uma delicada
cruz alabastrina. Essa
indumentária é um misto de
trajes orientais; tipo de
vestuário hindu-
chinês, raríssimo, porque se deriva de antigo modelo sacerdotal, muito usado nos
santuários da desaparecida
Atlântida.
[11][12][nota 9]
Cordões Iniciáticos
(RAIOS)[20]

Os cordões que lhe pendem do turbante, flutuando sobre os ombros, são velhas insígnias de atividade iniciática: Carmim-AMOR, Amarelo-VONTADE; Verde-SABEDORIA; Azul-RELIGIOSIDADE; e Branco-RENCARNAÇÃO
(Liberdade)

Dona Dinorah, como ficou conhecida, era possuidora de singular
mediunidade de
psicopictografia, faculdade de retratar, por influenciação psíquica, personagens do plano espiritual; para tanto, preparou-se durante dois anos, frequentando o curso de pintura clássica na Escola Nacional de Belas Artes, onde mais tarde tornou-se professora chegando a fazer especialização na
Europa.
 | Recebi o retrato de Ramatis e confesso o meu assombro pela sua espantosa fidelidade. Não conheço Dona Dinorah, mas peço apresentar-lhe as minhas efusivas felicitações, pois, através da sua extraordinária mediunidade, ela conseguiu fixar Ramatis conforme, na minha infância, o vi materializado, e como ainda o vejo, de vez em quando, no Plano Astral. É tal a similitude da expressão da sua fisionomia, exuberante de paz e de bondade, que, ao contemplar seu retrato, meu espírito foi tomado por uma emoção de saudade intensa, que me propiciou, num instante, ser transportado ao momento inesquecível da primeira vez que ele me apareceu. Que Jesus abençoe essa irmã pela alegria espiritual que me proporcionou! |  |
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|
 | Embora respeitando as evasivas modestas de Ramatís, devo dizer que também o tenho visto no seio de uma massa de luz policrômica tão cintilante e transparente, que elimina todas as rugas, sulcos e sinais de maturidade de sua fisionomia, apresentando-o com o aspecto de um jovem de quinze anos, cujo rosto assume um tom rosado; seus olhos amendoados arredondam-se pela luz que os inunda facilmente. Ramatís remoça-se de tal modo pelos fulgores luminescentes que se irradiam de sua intimidade, que será dificílimo crer-se que o seu perispírito abandonou o corpo carnal aos 30 anos de idade física, pois até seus lábios perdem os contornos orientais |  |
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- O convite ao autoconhecimento assim como a conscientização do ser humano em relação ao seu habitat são conceitos sistêmicos abordados por Ramatis, além dos temas reencarnação e cidadãos do terceiro milênio. Ramatis também se dedicou ao esclarecimento de temas relacionados à umbanda e à apometria, através das obras psicografadas por Norberto Peixoto; e também há conteúdos similares na obra Magia de Redenção[21] de Hercílio Maes.[nota 1] Abalizado terapeuta, Ramatís elucida com precisão temas da Sexualidade e Sensualidade, as causas ocultas de patologias como a Síndrome do Pânico e; da Esquizofrenia, que desafiam a cura pela terapêutica tradicional terrestre, e de desvios comportamentais que se expressam na violência crescente. Acrescenta informações inéditas sobre o Duplo Etérico nas doenças graves e terminais. Ramatis também fala sobre as primícias do Sentido Mental, base da futura "Era do Mentalismo Crístico". Também fala sobre como será uma suposta “deportação” dos exilados terrestres a planetas menos evoluídos e as transformações em curso nos cenários do Umbral decorrentes da suposta Transição Planetária. Nos Umbrais, revela os resgates no exercício da fraternidade através do pensamento universalista, doutrina que une todas as religiões através de um só objetivo: Ajudarmos uns aos outros. Tema esse abordado nas obras psicografadas por Márcio Godinho; e também em obras como Fisiologia da Alma,[22] Sobrevivência do Espírito[23] e Sob a Luz do Espiritismo.[24]
- A Fraternidade Ramatis Hercílio Maes, foi fundada pelo ex-diretor geral da Unibem[nota 11] - Octávio Melchíades Ulysséa manteve à época os esforços para continuar o trabalho de Hercílio Maes. A época, desenvolvia um trabalho sobre a vida de Hercílio Maes[nota 1] que não chegou a se realizar. O professor Ulysséa frequentava a casa de Hercílio[nota 1] e dele era amigo. Disponibilizou dentro da Unibem[nota 11] local e infra-estrutura para estudo. Em novembro de 2007, através da iniciativa de um integrante desta fraternidade, seu membro Dalton Packer, (na época, médium da Fraternidade Ramatís Hercílio Maes no Bairro Sto Inácio - desencarnado em 2015 em Curitiba) produziu um DVD com cerca de 15 minutos sobre a vida de Ramatis, titulado: "A vida de Ramatis - A história de um grande Mestre Universalista" - atualmente compartilhado para todo o mundo via YouTube pelo Instituto de Sensibilização Consciencial - ISC com mais de 248.892 visualizações (Consultado em 13 de novembro de 2017). O pesquisador responsável pelas informações compiladas e narradas no Youtube e no DVD, foi o ex dirigente de um grupo Ramatisiano na Ilha do Governador; o médium Marcus Cesar Ferreira (MCF), antigo membro do Grupo Espírita Irmão Demétrius - GEID, responsável pesquisador das particularidades e nomes dos discípulos encarnados e desencarnados de Ramatis no Brasil e Argentina (DEMÉTRIUS - DR. ÁTMOS, APSA e MANUEL VALVERDE ), evidenciados por um outro notável discípulo e médium clarividente; Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA) Fundador da Sociedade Espírita Ramatis.
- A Sociedade Espírita Ramatis - SER foi fundada em 19 de março de 1964, por um dos maiores divulgadores e ícones do movimento Ramatisiano no Brasil - Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA) (Desencarnado em 23 de dezembro de 2003). Antônio Plínio da Silva Alvim (APSA), deixou um legado de exemplo e dedicação a Obra de Ramatis por Hercílio Maes. A SER foi construída no Bairro da Tijuca no Rio de Janeiro, é "Célula Mater" de dezenas de grupos e movimentos em todo o Brasil, que utilizam a suas referências de atendimento terapêuticos em parte, ou todo o processo metodológica de atendimentos espirituais, por afinidade - o responsável de cada uma delas recebeu o material para iniciar os trabalhos em sua casa fraterna - cada grupo, trabalha de forma independente.
- Universalismo de A a Z – Um só rebanho;[25]
- Transição Planetária de A a Z – A chegada da Luz;[26]
- Saúde e Alimentação de A a Z – O amor pelos animais;[27]
- Ciência Oculta de A a Z – O véu de Ísis;[28]
- Evangelho de A a Z;[29]
- Mediunidade de A a Z;[30]
- A Ascensão do Espírito de A a Z;[31]
- Um Jesus que Nunca Existiu;[32] e
- Ramatís uma Proposta de Luz.[33] (Compêndio de 14 livros)
Acredita-se que no astral há uma colônia denominada Metrópole do Grande Coração que representa os valores do universalismo de Ramatis, valores estes que estão compilados nessas obras.
Falanges da Fraternidade da Cruz e do Triângulo[editar | editar código-fonte]
Acompanham
Ramatis, no intercâmbio do astral com os encarnados
(pelos seus diversos médiuns),
espíritos como:
Demétrius,
Dr. Atmos,
Navarana,
Rama-Schain,
Rubataiana,
Atanagildo,
Hammod,
Nicanor,
Akhenaton,
Sesostris,
Luis Augusto,
Irmã Rosália,
Ariel,
Pai Tomé,
Babajiananda Vovó Maria Conga,
Guardião da Meia-noite,
Irmão Fabiano e outros.Além desses, há a presença de antigos precursores ou continuadores do movimento como
(espíritos);
Hercílio Maes,
Manuel Valverde,
América Paoliello, Antônio Plínio da Silva Alvim
(APSA),
Arthur Roxo,
Horácio Ramasine (HR), e
Sidnei Carvalho.
[34][nota 12]
- A respeito das diferentes nuances ou percepções clarividentes de outros médiuns que recebem ou receberam as mensagens de Ramatis, podemos extrair do próprio pensamento do espírito, tais diferenças elencadas. Inicialmente o relato da percepção de outro médium, que não Hercílio,[nota 1] quando este infere que: "sois amorenado, olhos oblíquos e que não tendes o aspecto adolescente de um jovem de quinze anos, como vos pintaram. Também apresentais uma fisionomia expressivamente ocidentalizada, quando, na realidade, sois um tipo oriental descendente de hindu e chinesa. Diz o médium que a maior semelhança entre vós e os retratos mediúnicos pintados reside somente no tipo das vestes, do turbante e das cores de vossa aura".
Na resposta do espírito Ramatis, assim se pronunciou:
"As diferenças comumente existentes entre a verdadeira configuração perispiritual dos desencarnados e as pinturas mediúnicas resultam mais propriamente dos efeitos imprecisos e muito comuns dos fenômenos de ideoplastia. As ideias e os pensamentos produzem ondas e radiações que, por sua vez, devem formar imagens daquilo em que se pensa. No entanto, como as nossas são configuradas no plano da 4ª dimensão, nem sempre se ajustam com exatidão às formas tridimensionais da visão carnal. Assim, é muito difícil para os encarnados obter uma fotografia perfeita e exata das ideias ou das imagens que projetamos do Além sobre a mente dos médiuns intuitivos, videntes ou desenhistas. Mesmo quanto à exatidão das comunicações faladas ou psicografadas dos nossos pensamentos, ainda são raros os médiuns intuitivos que apanham a realidade intrínseca do assunto que desejaríamos transferir para o conhecimento do mundo material. Em comparação com a frequência retardada dos acontecimentos do mundo material, ainda é muito grande o aceleramento ou a fuga vibratória dos fenômenos que se sucedem no mundo astral, do que resulta considerável desajuste no mesmo tempo da ocorrência. Como ilustração concreta dos nossos dizeres, basta dizer que o nosso médium, neste momento, mobiliza toda a sua capacidade psíquica para captar com êxito as ideias que formulamos do “lado de cá” e, no entanto, não consegue transferir fielmente para a matéria o assunto que sente na intimidade de sua alma. Servindo-nos de rude exemplo, diríamos que, enquanto emitimos um “tonel” de pensamentos, o nosso médium só consegue captar em seu equipo físico a quantidade pensada que simbolicamente só caberia num “copo"."
 | Na "Intuição pura" o espírito penetra esferas de pensamento de onde recolhe os valores buscados. Pode identificar ou não a existência de outra mente ligada ao que percebe. Sua percepção pode ligar-se a uma atmosfera espiritual para traduzi-la em palavras ou atos, por se ter impregnado do que vibra em tais ambientes. |  |
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 | O "fim de tempos" significa demolição de costumes e tradições, pois o terreno é lavrado para a nova semeadura! Então prolifera a erva daninha e a planta benfeitora, erguem-se os edifícios modernos, mas tombam incessantemente os prédios em ruínas! |  |
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 | Quantos de vós não, encontraram o seio da doutrina espírita, através da contribuição de Hercílio Maes? Quantos encontraram o equilíbrio espiritual, e a consequente cura das enfermidades físicas, geradas pelos desajustes do espírito, através dos pêndulos, da radiestesiae da homeopatia, procedimentos tão bem aplicados por este irmão, em plena sintoma com os espíritos luminares, seus mentores? ... Enquanto no mundo corpóreo, fez tudo o que seu bom senso lhe permitiu, sacrificando momentos familiares, e folgas que vosso calendário sugere, compondo os escritos, que hoje representam a obra deste iluminado irmão Ramatis, o qual, podemos lembrar fraternalmente, que vosso país, é pátria privilegiada, por ter sido escolhida como a vertente de seus ensinamento, calcados sob a égide de Jesus! Portanto, na ausência de uma solução eficaz, a crítica desmorona, qual muralha envelhecida pelas intempéries da natureza! |  |
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- 1993 - Viagem Espiritual I[64][nota 3](temas "sob inspiração" - espíritos diversos)
- 2005 - Haiawatha, Ramatis o mestre da raça vermelha[80] (Coautor Roger Feraudy)
- 2004 - O Karma e Suas Leis[81] (Coautora Andréa Lúcia da Silva)
- 2013 - Mensagens de Ramatís e Amigos Espirituais[82] (Coautora Andréa Lúcia da Silva)